Beleza Ideal

Uma das características gerais da pintura acadêmica é seguir os padrões de beleza da Academia de Belas Artes, ou seja, o artista não deve imitar a realidade, mas tentar recriar a beleza ideal em suas obras. Sim, a idéia foi retratar o fato como grandioso, com o intuito de enaltecer o Império e o nacionalismo - o Brasil havia proclamado sua independência havia pouco tempo.O academismo, importado da Europa, dominou as artes plásticas no Brasil até o início do século 20. Por isso, prevaleciam temas históricos e mitológicos nas pinturas daquele período, temas típicos do neoclassismo .O centro de referência do movimento e a referência histórica mais importante no país era a então Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, que foi inaugurada em 1826 pelos artistas da Missão Artística Francesa.
por: Ranne Raira
8 Responses
  1. Um dos principais artistas dessa forma de pintura foi Pedro Américo de Figueiredo e Melo. Ele pintou vários temas bíblicos e fatos históricos. Uma das suas pricnipais pintura foi de Dom Pedro II quando estava na Abertuda da Assembéia Gera.

    Esta Academia de Belas Artes foi fundada por João VI de Portugal em 12 de agosto de 1816 e sua primeira exposição foi a Exposição da Classe de Pintura Histórica (1829).


  2. Alvaro Says:
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  4. Alvaro Costa Says:

    Oque é interessante na arte colonial é a grande realidade e as caracteristicas reais retratada nas obras oq é diferente de muitos tipos de arte, oq nos deixa impressionados com tal realidade, é como se nos entrarmos mo lugar devido a grande realidade!


  5. Esse tipo de arte, retrata de modo perfeito e com uma beleza ideal, ou seja o artista não imita a realidade. Os principais pintores da época, pitaram importantes obras, como Vitor Meireles que produziu em Paris a sua obra mais famosa " A primeira missa do Brasil". O que eles tinha em comum( Vitor Meireles, José Ferraz de Almeida Júnior e Pedro Américo de Figueiredo Melo) eram as pintiras bíblicas e históricas.

    Carolina Medeiros.


  6. Victória Says:

    A arte acadêmica tem como características básicas o rigor do estilo, o uso de temas históricos ou mitológicos e um tom moralista. Seu estilo está referenciado em artistas como Burguereau e Jean-León Gerôme.


  7. Nay Lima Says:

    Segundo a estética neoclássica ou acadêmica, existe o Belo, ideal, absoluto e eterno, o mesmo para todos os seres humanos e todas as épocas, cujas qualidades fundamentais são a simplicidade e a universalidade. Esse Belo, praticamente inatingível, não está na natureza, mas no espírito do homem. Os artistas que mais se aproximaram de suas formas foram os gregos do período neoclássico e, mais tarde, os renascentistas italianos, porque se haviam inspirado justamente nos gregos antigos. A Perfeição, dizia Winckelmann, desconhecida dos contemporâneos, fôra uma dádiva da Grécia à humanidade. Desse modo, para um artista aproximar-se ou mesmo atingir a beleza ideal, absoluta e eterna, não deverá inspirar-se na natureza imperfeita, mas imitar ou se orientar pelas obras dos gregos clássicos e dos renascentistas italianos.

    http://www.sul-sc.com.br/afolha/pag/artes/neoclassico.htm


  8. A criação da Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, no Rio de Janeiro, 1826, inaugura o ensino artístico no Brasil em moldes semelhantes aos das academias de arte européias. As academias procuram garantir aos artistas formação científica e humanística, além de treinamento no ofício com aulas de desenho de observação e cópia de moldes. São responsáveis, ainda, pela organização de exposições, concursos e prêmios, conservação do patrimônio, criação de pinacotecas e coleções, o que significa o controle da atividade artística e a fixação rígida de padrões de gosto.
    Entre as várias alterações no modelo encontra-se o predomínio das paisagens entre os pintores acadêmicos no Brasil, a despeito da hierarquia de gêneros que considerava a paisagem secundária. No que diz respeito à pintura histórica, vale destacar o papel da "arte acadêmica nacional" na construção de uma iconografia do Império, sobretudo no período de dom Pedro II, entre 1841 e 1889. Ao lado da profusão de retratos do imperador e do registro de comemorações oficiais, parte dos artistas acadêmicos envolve-se na construção de uma memória da nação, de timbre romântico, com a eleição de alguns emblemas: o índio é um dos mais importantes.


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